Para baixar e compartilhar: nossa apresentação institucional está disponível!
Ao longo dos anos, muita gente que chegou até a Refinaria fez a mesma pergunta: “Tem um material que eu possa guardar, compartilhar, mostrar para alguém?”
Ao longo dos anos, muita gente que chegou até a Refinaria fez a mesma pergunta: “Tem um material que eu possa guardar, compartilhar, mostrar para alguém?”
Recentemente, a atriz Luana Piovani fez uma chamada nas redes sociais pedindo que designers enviassem propostas para o convite do seu aniversário. Ela deixou claro que pagaria pelo trabalho, e esse detalhe foi suficiente para gerar uma onda de entusiasmo entre profissionais da área. Afinal, uma famosa que remunera? Já é mais do que muita gente oferece.
Quando começamos a experimentar ferramentas de IA na Refinaria Design, nossa primeira reação foi um misto de fascinação e um leve pânico existencial.
Muitas pessoas acreditam que um projeto editorial começa quando se define o formato, a capa ou a identidade visual de uma publicação. Para nós, o processo começa antes: com perguntas.
Você já acessou um site e se deparou com aquele aviso assustador no navegador: “Sua conexão não é particular” ou “Este site não é seguro”?
Uma apresentação mal diagramada, um folder desalinhado com a identidade visual, um kit de boas-vindas genérico para novos colaboradores, tudo isso diz algo sobre quem você é. A questão é: o que está sendo dito é o que você quer dizer?
Contratar serviços de design gráfico no setor público nem sempre é uma tarefa simples.
Temos ouvido por aí que muitos designers, ao projetar uma identidade visual, apresentam apenas uma opção de logo. Como esse parece ser um assunto polêmico dentro do design, vamos explicar como funciona o processo aqui na Refinaria. Prepare-se para grandes emoções!
Organizações da sociedade civil trabalham diariamente para enfrentar desafios complexos e promover transformações sociais relevantes.
Uma comunicação é simples quando a pessoa que lê o documento ou escuta a mensagem consegue entender o conteúdo de forma fácil, sem precisar reler o texto várias vezes ou pedir explicações para outra pessoa.
Nessa dinâmica de “não basta ser, tem que parecer ser”, o que Zuckerberg quer da gente não é coragem. O que ele quer é dedicação plena e um bom nível de obediência a algoritmos, o novo Deus todo poderoso.
Como engajar o público interno de uma empresa com sua cultura organizacional, num cenário onde os funcionários são seus maiores agentes comunicadores?